7 Curiosidades sobre The Seven Deadly Sins

Fernando Giovanetti  - 15 de novembro 2021 ás 15h00

Nanatsu no Taizai ou The Seven Deadly Sins é, atualmente, um dos animes mais queridinhos dos otakus. A obra conta com personagens carismáticos, um dramalhão de pano de fundo, muito humor e aquela narrativa shonen que tanto faz sucesso, isso sem contar a qualidade nas ilustrações, seja para TV ou no mangá.

Criado por Nakaba Suzuki e publicado pela Weekly Shonen Magazine, da editora Kodansha, de 2012 até 2020, a obra ganhou sua versão animada em 2015, na Netflix, e tendo sua quinta temporada lançada neste ano, além de diversos OVAs e filmes.

A história de Meliodas, Elizabeth, Ban e tantos outros nos leva a uma Britânia fantasiosa da época Arturiana, assolada pela guerra entre diversas raças, entre elas a das deusas e dos demônios.

Sem mais delongas, até para evitar grandes spoilers, se você é fã ou apenas curioso para conhecer o potencial da obra, confira abaixo a lista com sete curiosidades sobre The Seven Deadly Sins.

O cheiro das fadas

7 Curiosidades sobre The Seven Deadly Sins
Reprodução/Funimation

O clã liderado por King é bem peculiar. Tirando o estranho hábito de não usar roupas de baixo, também não envelhecem e mantêm um aspecto sempre infantil. Eles vivem na Floresta das Fadas e eram os guardiões da Fonte da Juventude Sagrada, que garantia a imortalidade a quem bebesse de sua água.

Mas uma singularidade entre as fadas é que cada indivíduo possui um aroma diferente, sempre ligado à flora. King, por exemplo, tem o cheiro de oliva e mais adocicado; Elaine, de lavanda; Gloxinia, de gengibre; Gerheade, de menta; e Helbram, de rosas brancas.

Merlin, a tatuadora

7 Curiosidades sobre The Seven Deadly Sins
Reprodução/Funimation

Cada um dos sete pecados carrega a alcunha de um grande crime que cometeu. Entretanto, outra particularidade é que cada um possui uma tatuagem própria, como é o caso de Meliodas, que tem um dragão que, dando a volta sobre si mesmo, engole a própria cauda. Este símbolo é o Ouroboros e significa imortalidade e longevidade.

Mas a pergunta é: quem fez estas tatuagens? E a resposta é simples: Merlin! Mas ao contrário do que estamos acostumados no mundo real, os desenhos na pele dos Pecados foram criados a partir de magia e não com a boa e velha agulha.

O único adversário que põe medo em Meliodas

7 Curiosidades sobre The Seven Deadly Sins
Reprodução/Funimation

Apesar de ter sido derrotado por Escanor, o príncipe dos demônios é o guerreiro mais completo de The Seven Deadly Sins, e isso fica explícito ao longo de toda a história.

Entretanto, apesar dessa derrota, não é o leão orgulhoso que põe medo em Meliodas – a ponto de não querê-lo como adversário – e, sim, outro personagem. E também é um companheiro de batalha: se trata da tatuadora maga Merlin, conforme e explicado no guidebook da obra.

O mais forte e o mais fraco

7 Curiosidades sobre The Seven Deadly Sins
Reprodução/Funimation

Falando em Escanor, para alguém em um shonen derrotar o protagonista em definitivo (sem que haja toda aquela comoção, onde o personagem passa a treinar freneticamente e consegue dar o troco no inimigo), é porque, com certeza, ele é o mais forte!

Mas, como sabemos, o poder de Escanor varia (e muito) de acordo com a luz do sol. Durante o dia ele é imbatível, mas ao cair da noite, o leão não se torna somente o mais fraco entre todos os guerreiros, mas também de toda a Britânia, tendo somente 15 de força.

Fica a pergunta aos fãs da série: quem vence? Escanor a noite, King sem sua arma ou o gato que venceu a luta contra o rei das fadas?

O limite da imortalidade de Ban

7 Curiosidades sobre The Seven Deadly Sins
Reprodução/Funimation

Já no começo, descobrimos que Ban, além da habilidade de roubar temporariamente o poder de seus adversários – o que faz com que tenha lutas épicas com Meliodas – seu principal poder é a imortalidade.

Vale lembrar que, somente enquanto esteve preso, o Pecado da Ganância da Raposa foi executado 33 vezes das mais diferentes formas, fora os inúmeros ferimentos mortais recebidos em batalha. Apesar de sua regeneração absurda, seu ferimento no pescoço causado ao tentar roubar a espada de Meliodas nunca se regenerou, apenas cicatrizou – e a marca nunca desapareceu. Vale lembrar que o protagonista é o guerreiro mais poderoso da série e o príncipe do Clã dos Demônios.

Isso pode indicar uma vulnerabilidade na regeneração de Ban e sempre levanta o debate: Será que ele é realmente imortal? Afinal, ficou comprovado que existe um limite em sua regeneração.

Cronologia

Reprodução/Funimation

Como já foi dito, além da série original, também foram produzidos alguns OVAs de The Seven Deadly Sins. Desta forma, o fã pode se sentir um pouco confuso na hora de consumir toda a obra. Por isso, acompanhe abaixo a ordem cronológica das produções:

  • The Seven Deadly Sins (2014)
  • Banimento de Bandidos (OVA de 2015)
  • Heroes Funtime – Extra Stories Compilation (OVA de 2015)
  • Os Sete Pecados Capitais: Sinais da Guerra Santa (Temporada especial de 2015)
  • Os Sete Pecados Capitais: Ressurreição dos Dez Mandamentos (2018)
  • Os Sete Pecados Capitais: Prisioneiros do Céu (2018) – Filme
  • Heroes ‘Frolic (OVA de 2018)
  • Os Sete Pecados capitais: A Ira Imperial dos deuses (2019)
  • Os Sete Pecados Capitais: O Julgamento do Dragão (2021)
  • Os Sete Pecados Capitais: Amaldiçoados pela Luz (2021) – Filme

As influências de Nakaba Suzuki

Reprodução/Kodansha

O autor de The Seven Deadly Sins, antes de criar sua história, foi assistente de Hiro Mashima, de Fairy Tail. Tanto que é possível identificar essa influência, seja através dos traços como na narrativa da história.

Inclusive, já tivemos alguns crossovers entre as obras Fairy Tail e The Seven Deadly Sins, sendo o mais famoso deles um one-shot especial de Natal.

Além disso, em diversas entrevistas, Suzuki também ressaltou sua admiração e inspiração em Akira Toriyama, de Dragon Ball.


E você, sabia dessas curiosidades? Não se esqueça de mandá-las para aquele seu amigo que também é muito fã de The Seven Deadly Sins ou para aquele que ainda não assistiu e não sabe o que está perdendo.